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terça-feira, 19 de maio de 2015

Repita este exercício todos os dias até que não haja mais medo em sua vida



Você pode fazer este exercício, a qualquer momento, sempre que você sentir
 medo. Para melhores resultados, é melhor fazê-lo em um espaço tranquilo e privado, trabalhando através de uma lista de temores que você tenha escrito com antecedência.

Sente-se ou deite-se confortavelmente com as costas retas e feche os olhos. Inspire profunda e lentamente em seu abdômen, em seguida, expire o mais rápido possível. Repita, inspire devagar, depois expire o mais rápido possível.

E mais uma vez, inspire devagar e lentamente, e expire para fora rapidamente.
Agora continue respirando em seu próprio ritmo. Escaneie seu corpo físico da cabeça aos pés, para encontrar a energia do medo. Olhe para o medo. Se você não consegue encontrá-lo, leia um dos itens em sua lista relacionado ao medo e faça a varredura em seu corpo novamente. 

Depois de encontrar o medo em seu corpo, basta olhar para ele. Não tente analisá-lo, basta olhar para ele. Permita que ele esteja lá. Permita que ele exista. Permita que ele cresça e seja. Pode ser um desconforto físico, como um nó, uma dor, um local de energia, ou através de um pensamento ou de memória, ou pode ser apenas a emoção do medo. Basta olhar para ele. Observe-o. Sinta-o. Permita que ele esteja aqui. E diga: 

“medo, você é bem-vindo aqui.” Bem-vindo aqui. Bem-vindo medo e deixe-o crescer. Deixe-o ficar maior e maior. Permita que ele cresça, e cresça … tão grande quanto ele pode ir. Que seja tão grande quanto ele pode, possivelmente, ser. Permita que ele se expresse para você. Mas não analise. Simplesmente permita o que vier. Se forem palavras, pensamentos, memórias…

Siga-o se ele se transformar em outra emoção, ou mudar de lugar em seu corpo. O que quer que ele faça, cumprimente a nova expressão. “Você é bem-vindo aqui, pensamento … você é bem-vindo aqui emoção, palavras, lembranças, você é bem-vindo aqui medo.” Você é bem-vindo aqui. Assista-o. Observe-o. Agora, permita-se aproximar-se e abraçar o medo, em qualquer expressão que escolheu. Dê-lhe luz e amor, e permita que ele exista. Agradeça-lhe por qualquer propósito que teve para você, por estar com você por tanto tempo. Agora, solte-o na Unidade. Permita que ele volte livre para a Fonte. Respire profundamente agora.

À medida que você inspira, inspire luz e amor. E conforme expira, permita que a luz e o amor preencham o espaço onde o medo costumava estar. Agora, simplesmente inspire profunda e lentamente. Inspire luz e amor, e ao expirar, permita que a luz e amor se expanda por todo o corpo e para fora em seu ambiente.

Agora, faça a varredura em seu corpo de seus dedos do pé até a sua cabeça e veja se há alguma forma de medo que ainda tenha ficado em você. Se for o caso, repita o exercício imediatamente. Se não, você pode usar sua lista para repetir o exercício, ou agora, vá abrindo seus olhos e faça um bom alongamento.

Inélia Benz



Autor: Inélia Benz
Fonte: https://universonatural.wordpress.com
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domingo, 10 de maio de 2015

Você sofre de ansiedade?



Perceba que quando você tem um pensamento de medo, de aflição, de ansiedade, as frases em sua mente começam com um Se...

Comece a identificar as frases como “Se eu perder meu namorado, se meu marido me trair?” “Se eu não passar no exame?” “Se eu não conseguir esse emprego?”

Você sofre de ansiedade? Vive com a mente agitada, preocupado e aflito com o futuro? Está sempre pensando que algum acidente pode acontecer com seus familiares? Tem a sensação de que algo de ruim pode acontecer a qualquer momento?

Já percebeu como sua respiração fica acelerada e o coração bate mais forte quando alimenta esses pensamentos e essas emoções? Não pense que só você já sentiu isso. Todos nós, envolvidos na vida moderna e apressada, já passamos por isso. É humano e natural sentir isso.

O problema é quando esses sintomas se instalam em situações cotidianas, sem um motivo aparente. Quando a ansiedade se torna como uma “gaiola emocional”, como uma prisão interna que limita, tolhendo as iniciativas e o prazer de viver livremente.

Para a preservação e evolução, o ser humano, através dos tempos, se defendeu sentindo medo e agitação para tomar as atitudes de se defender ou lutar. Hoje não temos mais o perigo de um animal selvagem nos atacar a qualquer momento, mas alguns acham que um perigo pode ocorrer entre o agora e o daqui a pouco. Vivem com medo da violência, dos ladrões, do que pode lhes acontecer.

Muitos assumem compromissos e tarefas além de suas possibilidades. Exigem muito de si mesmos com cobranças e perfeccionismo. Vivem correndo contra o tempo, apressados, com horários rígidos para tudo. Antecipam as situações, vivendo com muitas expectativas. E, com certeza, o estresse se instala, podendo se agravar para transtorno de ansiedade, fobias e até a síndrome do pânico.

Passam a ter sintomas fisiológicos como falta de ar e taquicardia; sintomas comportamentais, quando evita certos lugares e pessoas (como elevador, viajar de avião, ir a shoppings); sintomas psicológicos, com sentimentos de inquietação.

Viver desse modo, sempre sob tensão, tira a paz de espírito e equilíbrio, atrapalha os relacionamentos, a vida familiar, a habilidade no trabalho, alegria dos momentos de lazer.

O que fazer? Como mudar esses sintomas físicos, psicológicos e essas emoções negativas?

Compreenda que tudo começa na mente. Em cada palavra, em cada frase, em cada pensamento.

Pensamentos de medo, aflição e ansiedade começam com "Se".

Perceba que quando você tem um pensamento de medo, de aflição, de ansiedade, as frases em sua mente começam com um Se...

Comece a identificar as frases como “Se eu perder meu namorado, se meu marido me trair?” “Se eu não passar no exame?” “Se eu não conseguir esse emprego?” “Se eu não conseguir me expressar bem nessa reunião?” “Se eu ficar corado de vergonha, tímido, sem palavras?” “Se eu perder meu emprego?” “Se eu ficar doente com câncer?” Se um acidente acontecer com meu filho nessa viagem do colégio?” “Se uma tragédia acontecer comigo ou com minha família, ou com o planeta Terra?”. “E se... E se...”.

Na maioria das vezes, a mente negativa, cria essas armadilhas com pensamentos que atemorizam, que descontrolam as pessoas.

Para começar a mudança interior, para ter controle sobre essa conversa interior, é preciso fazer a identificação desses pensamentos. Perceber que as possibilidades de acontecer esses pensamentos negativos são pouco prováveis.

O primeiro passo para uma transformação verdadeira é observar esses pensamentos negativos. É identificá-los.

Para mudá-los é importante racionalizar esses pensamentos, desmontando cada pensamento de antecipação, cada pensamento de ansiedade com discernimento e argumentos reais.

Questione o pensamento negativo.

Não acredite nessa mente inimiga. Duvide desses pensamentos. Questione essas dúvidas, esses medos e fobias.

Com a prática de questionar cada pensamento negativo que surgir, você vai adquirindo uma mente clara e calma. E desse modo, pode avaliar melhor quais as reais probabilidades desses pensamentos serem coerentes com a realidade.

Outros passos importantes: Descubra sua capacidade, seu valor. Melhore sua autoestima acreditando mais em você mesmo. Aprenda a viver o momento presente, sem ter previsões assustadoras pelo futuro.

Pratique esses ensinamentos e perceba como é bom desfrutar de sua vida diária, sem estresse, com prazer e tranquilidade. Fique em paz!

Emilce Shrividya Starling 



Autor: Emilce Shrividya Starling 

Fonte: https://universonatural.wordpress.com
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sexta-feira, 17 de abril de 2015

A energia do ressentimento e seus males





Ressentimento é uma mágoa crônica. Na verdade, a palavra ressentir quer dizer “deixar-se sentir novamente” ou ” voltar-se ao sentimento passado”. As criaturas suscetíveis às ofensas são aquelas que guardam rancor facilmente, remoendo o insulto e intensificando os efeitos debilitantes do ressentimento e da raiva.

Quando estamos melindrados, experimentamos sucessivas vezes o mesmo sofrimento. Isso nos consome energeticamente e debilita nosso corpo físico e/ou o espiritual.

Perdoar é um ato de amor, em que reina a compreensão e a humildade. É um indício do amor a nós mesmos e aos outros. No momento em que perdoamos, nos identificamos com nosso próximo; admitimos a nossa falibilidade humana, reconhecendo nossas deficiências e nossa facilidade em errar. Perdoamos na medida em que desfazemos a ilusão de que somos perfeitos. Sabemos que nosso grau de conhecimento é resultante de nossa participação e interação nos processos do Universo. Nossas múltiplas existências nos levam gradativamente à autoconscientização de que todas as coisas estão interligadas. Não somos criaturas isoladas, e sim parte de uma complexa rede da Vida. Estamos vivendo juntos, porém em diferentes níveis de amadurecimento e precisamos, todos, de muito perdão durante o processo evolutivo, precisamos perdoar a nós mesmos e aos outros.

Admitir nossas falhas e não se ressentir é uma fórmula poderosa para remover os obstáculos à boa convivência. Não seria tempo de nos libertarmos dos ” cárceres” do rancor e da mágoa?

Certamente, parte da nossa dificuldade em pedir desculpas se deve ao problema que temos com a realidade interior. Para chegar ao momento de nos desculparmos, devemos antes ser humildes ou honestos conosco, admitindo as nossas limitações e inadequações de seres espirituais em regime de crescimento e de permuta constante.

A humildade e o perdão caminham juntos. Eles nos levam às trilhas da compreensão dos equívocos e erros existenciais. Aliás, os enganos são oportunidades de aperfeiçoamento e amadurecimento para todos; são experiências para aprendermos a viver melhor.

Costumamos confundir, erroneamente, humildade com servidão, submissão e covardia. Ela é, sobretudo, “a lucidez que nasce das profundezas do Espírito”.

A humildade não está relacionada com o nosso aspecto exterior, mas com a maneira como percebemos as pessoas e as circunstâncias. É a habilidade de ver claramente, sem defesas ou distorções, pois nos limpa a visão e nos livra dos falsos valores. Com “olhos humildes”, entendemos que perdoar é atitude que requer mudança de nossas percepções, quantas vezes forem necessárias. 

Nossa visão atual é prejudicada pelas percepções do ontem sobre o nosso hoje, visto ficarmos quase sempre presos aos “fatos do passado”, permitindo que “lembranças amargas” escureçam o presente, mesmo anos depois de terem ocorrido. “Compreender perdoando” significa que somos capazes de mudar nossas velhas convicções e perceber novas evidências da verdade em nossas atitudes e nas alheias. Dessa forma, ficamos mais flexíveis e menos exigentes para com o comportamento dos outros.

Quem compreende e perdoa possui uma “visão cósmica” da Vida, porque ampliou sua consciência. Ela representa a faculdade de ver as criaturas e a criação como uma coisa só; expressa uma visão de existência estruturada sobre uma concepção de unidade.

Os indivíduos que “melindram-se com as críticas das quais suas comunicações podem ser objeto; se irritam com a menor contrariedade” são considerados dogmáticos, quer dizer, pessoas que rejeitam categoricamente qualquer opinião ou parecer, cultivando um ponto de vista de “certeza absoluta”.

Não temos habilidade de entender tudo de início, precisamos constantemente revisar nossa maneira de ver, a fim de ampliar conceitos. O dogmático não perdoa, porque lhe falta a clareza de visão que a humildade proporciona.

Guardando melindres e irritação, desorganizaremos os tecidos sutis de nossa alma e intoxicaremos, por conta própria, a vestimenta corpórea.

Para termos sanidade plena, é preciso que nossas energias estejam harmonicamente compensadas. Somos seres essencialmente energéticos.

Assim como uma barra de ferro se imanta quando da proximidade de um imã, da mesma forma uma criatura pode atrair energias conforme seu padrão vibratório.

Na vida não existe fatalidade, apenas sintonia. Não precisamos ser exatamente iguais aos outros, basta termos afinidade para que ocorra o fenômeno de atração magnética.

Perdoar não significa que devemos ser coniventes com os comportamentos impróprios, nem aceitar abusos desrespeito, agressão ou traição, mas é uma nova forma de ver e viver, envolve o compromisso de experimentar em cada situação uma nova maneira de olhar o que está acontecendo, ou como aconteceu, sem interferência das percepções passadas. O perdão surge a partir de uma “visão cósmica” do comportamento humano. O ato de perdoar não requer a reabertura de velhas feridas, mas, sim, a sua cura. Transforma-nos em co-criadores da nossa realidade, pois tem relação com a capacidade de escolhermos como reagir às situações de nossa vida.


Hammed


Fonte: https://universonatural.wordpress.com

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quarta-feira, 1 de abril de 2015

O maior inimigo de nossas realizações é o medo



Nós somos o que pensamos, o que acreditamos. E nossos pensamentos e crenças, que originam nossas ações, se baseiam numa entre duas emoções: medo ou amor.

O maior inimigo de nossas realizações é o medo. Ele pode tomar várias formas: medo de perder, de não ter, medo de ficar só, medo do insucesso, medo de não ser feliz, de morrer antes de conseguir ser feliz. Pode aparecer como raiva, inveja, ciúme, insegurança.

Sua origem é muito antiga, de muito antes do que podemos nos lembrar. Vem desde a origem da vida chegando às lembranças particulares de nossa individualidade atual, passando por todos os processos evolutivos, por todas as épocas, sem limites geográficos, culturais ou étnicos. Nós passamos por muitas experiências – vividas, ouvidas, vistas ou lidas – que foram se aninhando, se estabelecendo em nossa mente. De tão acostumados, nem prestamos atenção a elas. Mas foi esse conjunto que deu origem a nossas crenças, ou seja, àquilo em que acreditamos e que movimenta a energia e faz nossa vida ser como ela é. Nós temos o poder de transformar isso, de escolher o que nos faz sentir bem para se tornar a base que sustenta a nossa vida e nossos sonhos. Podemos nos acostumar a ter novos pensamentos, gerando novas crenças, direcionar nossa energia para termos uma vida melhor. Cabe a nós fazer uma limpeza nos pensamentos e crenças que não nos servem mais, abrir espaço para o novo, limpando nossa mente das lembranças e memórias que estamos fortalecendo e reproduzindo. Entretanto, podemos encontrar  dificuldades para nos livrarmos de nosso medos. 

Como uma árvore, eles têm raízes fortes e muito ramificadas, que não podemos ver e cuja extensão desconhecemos. Em compensação, como todos estamos entrelaçados numa rede energética, devido a essa natureza interligada, quando conseguimos dissolver um bloqueio, na verdade fazemos isso não só na nossa vida em particular, mas na memória da humanidade, desfazendo aquele nó que impedia o livre fluxo da energia criadora, melhorando, assim, os padrões de vida do mundo todo. Libertando-nos dessas crenças, tirando o peso da angústia, da dor, do sofrimento, da incerteza, da insegurança, podemos nos integrar novamente à nossa origem, fazendo ressurgir o Eu Sou, o ser original, criativo, alegre, seguro e realizador. Quando sabemos o que pode ser feito chamamos a isso expansão da consciência. Quando o fazemos, realizamos a integração à consciência divina, permitindo que a luz retorne à mente alinhada com as possibilidades infinitas do nada. Pois onde não há nada, tudo é possível. Certamente Deus não pôs as coisas boas da vida atrás de uma vitrine, para que fiquemos só olhando.




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