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quinta-feira, 9 de junho de 2016

Geoffrey Hoppe - "Siga em frente... Para além dos problemas" - Maio / 2016


Geoffrey Hoppe, canalizador de Adamus (Saint Germain) e Tobias
Eu adoro fazer os workshops do Círculo Carmesim, provavelmente mais do que qualquer outra coisa que a Linda e eu fazemos. É a nossa chance de conhecê-lo pessoalmente e aos outros Shaumbra, para olhar nos seus olhos, ouvir suas histórias e compartilhar algumas risadas e lágrimas. Eu admito que fico um pouco nervoso, porque eu raramente sei o que o Adamus vai falar. Imaginem…., preparar-me para três dias intensos, com cerca de 80 pessoas de todo o mundo e não saber o que vamos fazer. No passado, em meus dias no mundo dos negócios, eu preparava meu discurso e depois ensaiava inúmeras vezes antes do evento ao vivo. Eu odiava falar em público, então eu me preparava ao máximo para evitar embaraços. Agora, só posso preparar a minha energia e, em seguida, confiar no que vai acontecer nos próximos dias. O engraçado é que sempre funciona e muito melhor do que eu jamais poderia ter planejado.

BOA Aventura, no Havaí, foi um evento estelar. Eu pensei que ia ser semelhante ao curso Integração da Luz, dois meses atrás, em Sydney, mas é claro que Adamus tinha suas próprias idéias. No início da primeira sessão, Adamus fez sua caminhada habitual ao redor da sala, olhando para todos os participantes nos olhos. Ele disse à platéia que eles pareciam desgastados e cansados e quase todos na sala acenaram com a cabeça em concordância, embora eu estivesse desconfortável com sua franqueza. Muitos deles tinham voado do outro lado do mundo para chegar ao Havaí, mas eles estavam cansados da sua jornada de vida também. Esta coisa de iluminação pode ser exaustiva.


E (sem mas aqui), E.... poucos dias depois, durante uma das sessões de discussão com Adamus, ele disse ao público que algo muito singular havia acontecido neste encontro. Ele disse que foi a primeira vez em qualquer reunião, desde o tempo de Tobias até agora, que as energias predominantes dos participantes não se tratavam de seus assuntos e problemas humanos. Ele explicou que, no passado, mesmo que o workshop fosse sobre Permissão Quântica ou Integração da Luz ou qualquer outra coisa, os Shaumbra traziam suas questões humanas - e talvez de forma adequada por causa dos desafios da vida - e que estas questões cotidianas da abundância, saúde, relacionamentos e auto-estima eram as energias predominantes na sala, independentemente do tema do workshop. Os participantes vinham com uma agenda enorme e desejo de resolver seus problemas humanos e isto, na verdade, moldava a direção geral do workshop.


Adamus anunciou que, apesar do cansaço que ele viu nos participantes do workshop BOA Aventura alguns dias antes, seus problemas humanos não ofuscaram o tópico do workshop.


Aqui está o que Adamus disse sobre esta descoberta:

"Uma coisa engraçada aconteceu no nosso encontro. Fiquei bastante satisfeito e fiz um relatório para o Clube dos Mestres Ascensos. Em todos os encontros Shaumbra, fossem com Tobias ou comigo, em todos os encontros que já tivemos, o grande número de questões e problemas que vocês traziam consigo mudava a natureza do encontro.”


"Este encontro é diferente. No outro dia, quando começamos, vocês não trouxeram seus problemas. Vocês não trouxeram seus problemas, medos, suas tempestades e neuroses e tudo o mais. Vocês não os trouxeram. Poderia haver alguns, mas vocês não disseram: Eu estou indo para este workshop para resolver este problema na minha vida, resolver aquele problema. Isso foi um grande passo. Foi a primeira vez para os Shaumbra que não havia essa enorme sobrecarga na platéia. (Aplausos da audiência) Vocês devem bater palmas para si mesmos. Sim.


 "E não foi alguma coisa que eu fiz. BOA Aventura poderia ter sido apenas uma sessão de muito choro. Vocês não vieram aqui para isso. De fato, vocês disseram: Chega disto tudo. Chega. É hora de seguir em frente. Vocês perceberam que ainda pode haver alguns problemas, mas disseram: Não vamos mais focar neles. Não vamos mais processar esses problemas. Vocês não vieram aqui para ficarem sentados na cadeira, dizendo: Espero que ele diga alguma coisa ou espero que tenhamos uma merabh e que algum milagre ocorra. Vocês disseram: Vamos seguir em frente. Vamos para além disso. Vamos começar com estar na vida. Vamos ser livres."


De acordo com Adamus, depois de quase 15 anos fazendo workshops e Shouds, um enorme avanço ocorreu no Havaí. Em nome de todos Shaumbra, os participantes do BOA Aventura caminharam para além das questões e problemas humanos, em vez de colocar a sua atenção na iluminação incorporada. Tivemos 12 sessões em 4 dias e foi uma das canalizações mais fáceis que eu tinha feito em um longo tempo. O estranho é que eu estava muito cansado todas as tardes, então eu achei que era necessário (e relaxante) tirar uma soneca no meio da tarde tropical, mas isso poderia não ter nada a ver com o workshop.


Eu acho que todos Shaumbra devem comemorar essa notícia porque é indicativo do que todos nós estamos fazendo. Estamos caminhando para além do emaranhado dos problemas humanos. Não que não vamos tê-los, mas eles não vão ser o foco predominante de nossas vidas. Vamos fazer o "E" com eles, o que significa que vamos perceber que eles estão aí, mas vamos também perceber que eles são resolvidos. Esta é a nova dualidade. Está aí E não está. Vocês podem realmente brincar com os dois ao invés de ser singular. Esse é o jeito do Mestre.


Eu irei até o ponto de dizer que o foco da maioria de sua energia e atenção em suas questões humanas (abundância, saúde, relacionamentos e auto-estima) é um pouco egoísta por parte da faceta humana. Deixando-se ficar preso em questões humanas é indulgente e limitante. Você privar-se da sabedoria, o que Adamus chama de "néctar da alma". No Keahak, outro dia, ele disse que a única razão pela qual nós temos desafios em nossas vidas é para sermos capazes de utilizar a energia da criação para solucioná-los. É como a razão com que as pessoas fazem palavras cruzadas: Para resolvê-las. Mas não têm que ser duros ou cruéis ou punirem-se. Pode ser estimulante e revigorante. Imagino que alguns Shaumbra estão virando os olhos por causa disso, mas, francamente, eu prefiro tirar o meu foco dos problemas humanos muito antigos e obsoletos, para colocá-lo no uso das energias da criação. Eu prefiro expandir a estagnar. Em vez de arrumar desculpas para mim mesmo porque eu não posso seguir adiante (infância difícil, não inteligente, sem abundância, pausas ruins na vida), eu prefiro reunir minhas energias da criação e seguir em diante com resolução e sabedoria.


Foi um longo tempo para chegar até aqui, meus amigos Shaumbra. Todos nós já tivemos alguns tremendos fardos da vida, que às vezes pareciam intransponíveis. Mas foi uma ilusão perversa. Somos Mestres na Nova Energia. Nós criamos a nossa realidade a partir da consciência, não da força ou do poder. Onde colocamos nossa consciência é onde a nossa realidade começa. Isto não é "pensamento positivo". É permissão. Há uma enorme diferença entre os dois. Um usa a força e o outro usa as energias naturais - as energias que já estão aqui para servir-nos quando nós permitimos.


Eu não acho que teremos outro Shoud ou workshop, no Círculo Carmesim, onde os antigos problemas sejam uma grande nuvem que paira sobre a sala. Estou animado para estar com vocês no que vem a seguir. Eu amo fazer os workshops, então vocês podem imaginar o sorriso enorme que eu tenho no meu rosto agora. Estamos seguindo em frente, para a vida sem poder, onde tudo vem a nós.

Autor: Geoffrey Hoppe 
Tradução: Léa Amaral – lea_mga2007@yahoo.com.br
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terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Geoffrey Hoppe - "Guerras nas Estrelas - Nossas Guerras?" - Janeiro / 2016


Geoffrey Hoppe, canalizador de Adamus (Saint Germain) e Tobias 

Linda e eu nos casamos em 19 de maio de 1977. Foi o mesmo dia em que o primeiro filme de Guerra nas Estrelas estreou nos cinemas, nos Estados Unidos. Meu relacionamento com Guerra nas Estrelas (e com a Linda) continuou desde então.

Linda era uma grande fã de ficção científica. Ela era aficionada pela série de televisão Star Trek, de Gene Roddenberry, e adorava programas como: “The Twilight Zone” e “The Outer Limits”. Eu não gostava de ficção científica; tenho um pouco de vergonha de admitir que eu sou um cara que gosta de comédias românticas. (Eu posso ouvir suas risadas, mas lembre-se que os filmes água com açúcar sempre têm finais felizes e nenhum sangue é derramado.)


Na tenra idade de 22 anos, nós nos sentamos no cinema com a agora icônica música tema do Guerra nas Estrelas e o filme começou com a abertura - o texto que rola para cima e longe para o ponto de fuga do vasto universo – na tela. "Há muito tempo, em uma galáxia muito, muito distante...?" Eu pensei que este era supostamente um filme de ficção científica? O que? Eu estava certo de que alguém estava errado. Como você pode ter naves espaciais e seres alienígenas há muito tempo? Há muito tempo atrás, havia primitivos, tribos nômades que lutavam contra os dinossauros, não astronautas zunindo em torno de naves estelares. Eu queria que tivéssemos ido ver o filme Annie Hall, de Woody Allen, e não este. Era a comédia romântica meio cínica e cerebral da década e aqui eu estava assistindo a algum filme piegas de ficção científica, que não sabia a diferença entre o passado e o futuro.


Não demorou muito para eu ficar profundamente atraído pelo filme. Após cerca de 30 minutos, eu percebi que era um tipo muito diferente de filme. Não era apenas sobre uma batalha galáctica. Era sobre a luz contra a escuridão, bem contra o mal. Eles falaram sobre "A Força" em vez de Deus e Satanás. Os Mestres Jedis eram mais parecidos com monges do que com os guerreiros. Eles tinham poderes mágicos e usavam sabres de luz em vez de armas. Eles podiam viajar de um planeta para outro tão facilmente quanto eu podia dirigir da minha casa para o escritório. Embora isso possa parecer blasé atualmente, era radical há 40 anos.


Lembro-me de sair do cinema em transe, meu queixo caído e minha cabeça preenchida com novos pensamentos. George Lucas, o escritor e diretor, tinha conseguido apresentar novos conceitos e perspectivas nesta brilhante criação cinematográfica. Ele tocou uma sabedoria interior que havia mais na natureza da realidade do que eu tinha aprendido na escola ou na igreja. O filme parecia mais real do que a vida cotidiana. Talvez, apenas talvez, o filme Guerra nas Estrelas conseguiu capturar uma verdadeira história de nosso passado?


Eu vi os dois episódios seguintes: Guerra nas Estrelas V, em 1980, e Guerra nas Estrelas VI, em 1983, mas eles não tiveram o mesmo impacto que o episódio inicial. Eu não vi a próxima trilogia (Episódios I - III) porque eu achei que a saga tinha se tornado uma franquia comercial, sem a profundidade dos Episódios IV - VI.


Recentemente, Linda e eu compramos todos os seis episódios da saga Guerra nas Estrelas, em preparação para ir ao cinema para assistir o mais novo lançamento, Guerra nas Estrelas VII: O Despertar da Força. (Até o título soa tão... Shaumbra.) Vamos ver este novo episódio daqui algumas semanas com a equipe do Círculo Carmesim, assim a energia deve ser extremamente elevada. No longo fim de semana do Natal, Linda e eu acendemos a lareira, jogamos almofadas extras no sofá, abrimos uma garrafa de um bom vinho e nos aconchegamos para uma maratona de Guerra nas Estrelas - seis episódios em quatro dias.


Fazia quase 30 anos desde que eu tinha assistido a um filme Guerra nas Estrelas. Eu tenho que admitir que me faz sentir um pouco velho, mas então eu me lembrei que eu era quase uma criança quando o primeiro episódio surgiu, E... a idade não importa mais. (É, claro.) Os filmes me surpreenderam, não por causa das qualidades cinematográficas ou de atuação, mas sim por causa do enredo. Os conceitos criativos por trás dos filmes têm um paralelo bem forte com muito do que Tobias e Adamus têm falado. Eu me perguntava se o Adamus deu uma mãozinha para escrever Guerra nas Estrelas, mas até o momento que eu escrevi este artigo, ele não confirmou nem negou esta hipótese.


Aqui estão algumas das muitas correlações entre Guerra nas Estrelas e os ensinamentos Shaumbra que eu peguei durante a maratona de filmes:


Mestres - Guerra nas Estrelas faz uso extensivo da palavra Mestre. Eu nunca estive ciente disso antes. Em Guerra nas Estrelas não há nenhuma vergonha em chamar alguém de Mestre ou a ser referido como um Mestre. Adamus fala sobre Shaumbra como Mestres incorporados, embora alguns tenham desafiado-o sobre sua escolha de palavras. Ele não vai ceder a isto: Um Mestre é um Mestre, ponto final.


A Força - Este é o tema fundamental em Guerra nas Estrelas. "Que a Força esteja com você" é agora uma das frases pop mais conhecidas do planeta. Obi-Wan Kenobi diz: "A Força é... um campo de energia criado por todas as coisas vivas. Ela nos envolve e nos penetra. Ela une a galáxia". É isso a que Adamus se refere como Bon, o tecido da força da vida criada pela consciência? Roman Kroitor, o cineasta que inventou IMAX, observou que: "Muitas pessoas sentem que na contemplação da natureza e na comunicação com outros seres vivos, eles se tornam conscientes de algum tipo de força, ou algo assim, por trás dessa máscara aparente que vemos diante de nó, e eles a chamam de Deus.” Lucas aparentemente usou o comentário de Kroitor quando desenvolveu o roteiro de Guerra nas Estrelas. 


O Lado Escuro - Religiões humanas falam sobre Deus e seu adversário, Satanás. Mas em Guerra nas Estrelas, eles falam apenas sobre a Força. Tanto a Escuridão quanto a Luz usam a mesma força, ainda que para fins diferentes. Por todo o tempo que Tobias e Adamus têm trabalhado com a gente, eles disseram para não ser tendencioso com a escuridão ou com a luz. Eles chamam o desequilíbrio para a luz de Anost. "O desequilíbrio para a luz é uma negação da escuridão. É uma negação da metade de si mesmo, se não mais. "~ Tobias.


O Império contra os Rebeldes - Isso soa assustadoramente como as antigas Guerras das Famílias Angélicas, mencionadas por Tobias na Viagem dos Anjos. Estas guerras, travadas entre as 144.000 famílias angélicas como uma forma de ganhar energia e poder, resultaram em todo o cosmos vindo para uma quase estagnação porque nenhum dos lados poderia ganhar. Viemos à Terra para encontrar uma solução para o impasse.


Sinta - Observe quantas vezes a palavra "sentir" é usado em Guerra nas Estrelas, especialmente quando os Mestres Jedis estão treinando os iniciados. Eles dizem aos alunos para "sentir" em vez de pensar. Existem dezenas de referências a isso em toda a saga. Esta é a mesma coisa que Adamus tem nos incentivado a fazer. Ele usa os termos perceber e sentir quando se fala sobre ir além do pensamento linear. Tobias costumava dizer que os verdadeiros sentimentos não são suas emoções, mas sim a sua intuição e gnost.(*)


Sentidos Humanos - Obi-Wan Kenobi diz a Luke Skywalker para puxar para baixo o escudo de explosão em seu capacete como parte de seu treinamento. "Seus olhos podem te enganar; não confie neles", diz Obi-Wan. Adamus diz que nossos sentidos físicos e, especialmente, os nossos olhos nos impedem de perceber as outras realidades em torno de nós. "Vocês não percebem as outras dimensões em torno de si mesmos, porque insistem em perceber através de sua mente e os cinco sentidos físicos. Eu estou de pé bem na sua frente de; vocês têm que perceber e sentir-me, não me ver", Adamus certa vez disse a um participante do workshop. E no Curso Vivendo Interdimensionalmente , ele disse: "A visão é o grande enganador porque vocês esperam ver as coisas em outros reinos da mesma forma que vêem com seus olhos físicos."

Antigravidade - Adamus diz que a chave para a energia gratuita e não poluente é a gravidade. Uma vez que entendamos a antigravidade, vamos entender como fazer a energia gravitacional trabalhar para nós.


Midi-Chlorians - Midi-chlorians são organismos microscópicos que permitem a Jedi e aos outros seres sensíveis à força para se conectarem à Força. Parece muito semelhante ao que Tobias e Adamus falaram sobre o anayatron do corpo físico. Dizem que é a rede de comunicação que todas as partículas de energia usam para se comunicar com todas as outras partículas de energia, particularmente dentro do Corpo de Consciência.


As semelhanças continuam. Gostaria de saber se George Lucas canalizou a história da Guerra das Famílias Angélicas, semelhante à forma como Linda pensa que Gene Roddenberry canalizou a maior parte da série Star Trek? Ou talvez Lucas tenha algum tipo de conexão energética com os Shaumbra? Ele se intitula um Metodista budista, mas sua consciência parece ir muito além de qualquer uma dessas disciplinas. Ou eu me pergunto se de alguma forma os Shaumbra ao redor do mundo ajudaram a criar energicamente esta estória como um lembrete para nós mesmos e os outros seres humanos sobre as nossas origens e o nosso futuro potencial? Não importa, Guerra nas Estrelas tem a capacidade de despertar a magia, a fantasia, o mistério e a força dentro de todos nós. Talvez nós estejamos no processo de escrever energicamente a saga que vem depois de Guerra nas Estrelas, a ser chamado de algo como Estrela. 

(*) Nota Stela do Blog De Coração a Coração - Gnost - É a "energia do quatro" ou a "quarta perna" que completa a nossa "cadeira humana": mente, corpo, espírito e gnost. É o nosso potencial criativo ou solução criativa que está além da mente.  Não há como definir o gnost, e sim, senti-lo, respirá-lo para dentro de nós. É a variante de "Dei Un Gnost".

Autor: Geoffrey Hoppe 
Tradução: Léa Amaral – lea_mga2007@yahoo.com.br
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sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Geoffrey Hoppe - "Loucos pela consciência" - Novembro / 2015


Geoffrey Hoppe, canalizador de Adamus (Saint Germain) e Tobias

Segundo quase todas as medidas, você e eu somos loucos. Eu, em particular, por causa do trabalho que faço, mas vocês estão em segundo lugar. O diagnóstico clínico para ambos ficou na mesma categoria geral: Delirante.

(Ai, meu Deus! Acabei de entrar no Wikipedia para ver se a minha escolha da palavra "delirante" era precisa para este artigo. Segundo o Wikipedia, eu realmente sou delirante! Eu estava apenas meio brincando quando eu escrevi essa palavra O artigo afirmava: Delírio bizarro: Delírios são considerados bizarros se eles forem claramente não compreendidos pelos pares da mesma cultura e não provêem de experiências comuns da vida. Com delírios de grandeza, o doente não tem conhecimento de sua perda de contato com a realidade. Um indivíduo é convencido que tem poderes, talentos ou habilidades especiais. Às vezes, o indivíduo pode realmente acreditar que é uma pessoa ou personagem famoso) (Nota do autor: Eu me pergunto se a crença que se tem que está canalizando uma pessoa famosa e morte entra também nesta descrição de delirante?)


Bem, agora que eu tive essa pequena revelação sobre a natureza da minha - e sua - personalidade, por favor, deixe-me continuar com meu artigo. Eu estou escrevendo isso em um avião. Eu acho que a senhora idosa sentada atrás de mim está lendo por cima do meu ombro. "Henry", ela sussurra para seu marido que está dormindo: "Esse homem diz que ele é delirante. Devo chamar a aeromoça?" Não senhora, pare de ler sobre o meu ombro porque você vai desmaiar com o que vem a seguir.

Temos uma missão especial, você e eu. É chamada de trazer consciência para a vida. Trata-se de compreender a natureza da consciência - que é a própria vida - e permiti-la em nossas experiências diárias. Não é sobre como salvar a senhora atrás de mim. (Ela acabou de chutar o Henry.) Trata-se de revelar o maior mistério do nosso tempo: A consciência é a base de tudo. Não é ciência, mas vai afetar a ciência nos próximos anos. Não é religião ou espiritualidade, mas vai alterar a própria natureza destas artes em nossas vidas. Não é nem mesmo "pensamento" ou cognição e é aí que reside o problema. O que é então, essa coisa que chamamos de consciência? E o que isso tem a ver com a iluminação? Não estamos aqui para iluminação? Não é por isso que todos nós encarnamos neste momento muito especial?

Todos nós aprendemos como pensar e agir no mundo linear. Alguns de vocês ficaram muito bons nisso. Alguns de vocês têm diplomas universitários impressionantes e tornaram-se médicos ou empresários, ou terapeutas e professores, ou artistas e escritores. Aprendemos o jogo e o jogamos bem. Mas o tempo todo - o maldito tempo todo - nós sabíamos que havia algo mais. Nós não sabíamos o que era, não sabíamos como descrevê-lo e não confiamos no que sabíamos. Mas sabíamos.


Oh, Senhor, como isso levou a anos de frustração, depressão, angústia, raiva e dúvida! Como isso levou a energia para fora de nós! Quantas lágrimas foram derramadas por causa disso? Quantos dias nós não fomos capazes de estar entre as pessoas comuns, porque não nos encaixamos em seu mundo e ainda não percebemos o nosso novo mundo? Como nós gostaríamos que houvesse um botão para desligar a tagarelice incessante da mente humana, a fim de ouvir os nossos verdadeiros sentimentos e a verdade!


Mas é tudo sobre a consciência. Enquanto muitas pessoas, com orientação espiritualista, lutam pela paz de espírito e comunhão com o cosmos, todos nós somos consciência. Consciência. Realização. Despertar. De acordo com Adamus, a consciência deu origem aos céus e à terra, ela dá forma ao nosso mundo físico e está presente em todas as dimensões em toda a criação. Ela não contém energia, poder ou força, portanto é impossível detectar com os nossos sistemas de medição atuais. Mas, ainda assim, é a fonte.


Meu desafio tem sido de ir além do pensamento mental para a consciência pura. Eu sou culpado de tentar usar minha mente para encontrar o meu caminho para a consciência, mas depois de anos de tentativas já mencionadas eu percebi que não funciona. A única coisa que eu consegui é mais pensamentos mentais, algo que eu já tenho um excesso de abundância. Eu tentei "sentir" o meu caminho para a consciência apenas "sentindo" a minha realidade, mas que foi semelhante a ficar de pé numa pilha de caixas de papelão frágeis, apenas para desmoronar após a segunda ou terceira fileira. Eu simplesmente não consigo ficar além dos pensamentos mentais.


Mas mesmo assim, eu tenho um saber sobre a minha consciência. Quando eu não estou tentando pensar sobre isso, eu sei que ela está aí. Mas quando eu penso sobre isso, ela vai embora. É uma espécie de como ver aquelas explosões de luz branca ou azulada com o canto do meu olho. Tobias me disse uma vez que isso era consciência, quer seja a minha própria ou de uma entidade nas proximidades. Mas no momento que eu olho diretamente para as luzes elas vão embora. Como é frustrante! Eu quero vê-las claramente com meus olhos, mas o que acontece é que a minha mente fica no caminho e, em seguida, elas desaparecem. Dane-se a mente!


A consciência pura, sem a interferência da minha mente, parece vir quando eu menos espero. Minha experiência mais recente ocorreu uma manhã no curso Threshold, em Vernon, no Canadá. Fui para fora, no início da manhã, para ver o nascer do sol sobre as montanhas. A manhã estava clara e gloriosa. Normalmente eu estaria "pensando" sobre como esta manhã estava linda, mas desta vez eu apenas me sentei no banco do parque, respirei fundo e percebi que estava na consciência pura. Eu não estava definindo ou pensando sobre o momento. Eu não estava pensando sobre como o céu estava claro ou como a temperatura estava perfeita ou que não tinha ninguém mais por perto. Eu só "estava". Nada mais importava a não ser o momento e naquele momento eu estava totalmente livre e claro. Não era uma experiência de "paz de espírito" - não havia nenhuma atividade mental - mas sim uma consciência de tudo e de nada ao mesmo tempo.


Mais tarde, percebi que a consciência pura está sempre aqui, mas eu não percebo isso porque eu estou muito ocupado tentando definir tudo dentro de mim ou à minha volta. Eu até mesmo tentei definir a consciência, mas se ela é a fonte de tudo, não há necessidade ou razão para defini-la. Definição é mental e irá interromper imediatamente a percepção da consciência. Ela apenas está aí, sempre, e não pode ser colocada em construções cognitivas. No momento em que eu vou para o mental com a consciência, não é mais consciência. É apenas "pensamento" sobre a consciência.


Agora sobre aquela coisa “louca”: É loucura "permitir" algo não-quantificável, como a consciência, pelo menos de acordo com as regras humanas convencionais. Apesar de ter uma crença mental em Deus e nos anjos é considerado bom, porque muitas outras pessoas também acreditam nisso, permitindo a nossa sabedoria de algo "mais" (consciência) seja considerada delirante, porque não vem da mente. Na verdade, a mente é uma expressão da consciência e não o contrário. No momento em que a mente tenta defini-la, ela vai embora. Ela está sempre aí, mas parece desaparecer quando a mente se envolve. (A senhora idosa atrás de mim acabou de sussurrar para seu marido, que está dormindo: "Henry, ele não acredita em Deus! Ele acredita em algo chamado Consciência".)


É preciso um grande salto de autoconfiança ir além do pensamento convencional, para a consciência. Alguns diriam que é loucura. Outros diriam que é uma fantasia. Mas chegará um dia, provavelmente dentro de nossa vida atual, quando o mundo reconhece a presença de "algo" que está muito além da mente. Os físicos e cientistas vão descobrir um novo fator que faz com que a luz, a energia e as partículas ajam e reajam. Claro que haverá grandes debates sobre o que é este fator e de onde ele vem. Alguns vão chamá-lo de Deus, os outros vão dizer que se trata de alienígenas e outros dirão que é a energia escura. Mas nós saberemos que se trata da consciência. Vamos perceber que todos esses anos imaginando se estávamos loucos ou delirantes ou cheios de fantasia foram na verdade sobre estar na vanguarda de uma das maiores revelações de todas: a Consciência.


Eu sinto os motores da aeronave reverterem à medida que começamos a nossa descida para o aeroporto de Denver. Olho para trás para ver como a senhora e Henry estavam. Ela estava dormindo, com a cabeça apoiada no ombro do Henry, com a boca aberta. A consciência tem um jeito engraçado de nocautear as pessoas, porque a mente não pode compreendê-la. Ela vai acordar em poucos minutos e esquecer totalmente o que ela leu sobre o meu ombro. Ela vai se sentir um pouquinho desorientada, ela não vai se lembrar dos sonhos que ela teve durante sua curta soneca e vai lutar para colocar o seu foco mental de volta no lugar. Ela, como tantos outros, continuará a ficar inconsciente sobre a consciência. Mas algo dentro dela foi desperto e nunca pode ser colocado de volta para dormir novamente até que ele seja percebido.

Autor: Geoffrey Hoppe 

Tradução: Léa Amaral – lea_mga200&@yahoo.com.br
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domingo, 4 de outubro de 2015

Geoffrey Hoppe - "Noite maravilhosa para uma dança da lua" - Outubro / 20115


Geoffrey Hoppe, canalizador de Adamus (Saint Germain) e Tobias

Eu tive uma experiência mágica na outra noite, enquanto voando para Frankfurt. Ela veio do nada e de lugar nenhum; eu não poderia ter planejado isso, se eu quisesse.

Linda e eu estávamos a caminho de Sibiu, na Romênia para Frankfurt, na Alemanha. A primeira etapa da nossa viagem nos levou à Viena e depois para Frankfurt. Era um daqueles dias: "Eu odeio voar". O aeroporto estava lotado e as pessoas estavam mais agressivas e rudes do que o habitual.

Linda pegou um forte resfriado no início da viagem e agora ela está com bronquite. Ela estava se sentindo horrível em todos os sentidos. Senti-me terrivelmente triste por ela e então era meu trabalho nos conduzirmos pelos aeroportos e para os vôos.
  
Os bagageiros estavam cheios. Linda e eu estávamos sentados em fileiras separadas, embora tivéssemos reservado os assentos juntos. O cara ao meu lado estava fazendo barulhos irritantes e ficava mexendo em seus ouvidos. Sim, há momentos em que eu realmente odeio voar.

Os motores de aeronaves reduziram quando começamos a nossa aterrizagem inicial em Frankfurt. Olhei pela janela e vi uma luz incomum no horizonte. Estranho, eu pensei, o que poderia fazer esse tipo de luz? Era irreal em seu fulgor, branco brilhante no centro e vermelho-laranja nas bordas radiantes. Ela estava vindo do céu do lado leste, então eu sabia que não era o sol. De repente, o início magnificente de lua cheia surgiu ao longo do horizonte como o farol de um trem celestial.

A lua subiu rapidamente; não a lenta ascensão que vemos quando a observamos do chão, mas rápida e graciosa como um enorme balão de luz no céu, à noite. De repente, lembrei-me de que era a noite da lua cheia. Não só a lua cheia, mas a lua de sangue quando ela aparece maior do que qualquer outra vez no ano, porque ela está mais perto da Terra.

Da minha perspectiva aérea, a lua rapidamente dominou o céu com o seu tamanho e esplendor. Não havia mais nada no céu, nem sequer uma nuvem a ser vista; apenas um enorme círculo de luz radiante.

Linda e eu estávamos na última etapa da nossa viagem de três semanas para a França e Romênia. As oficinas foram cumpridas de todas as maneiras, mas estávamos cansados
​​e prontos para voltar para casa, mesmo se não fosse para mais nada além de fazer a Linda ter sua saúde de volta.

O encontro Threshold (Limiar) em Saintes-Maries-de-la-Mer, na França, no início da viagem foi o epítome das últimas oficinas do Círculo Carmesim: intenso, profundo, cheio de surpresas, místico, genuíno, de mudar a consciência e altamente pessoal. Quando alguém chega ao Limiar, eles entram em sua própria zona livre de makyo. Não há espaço no Limiar para qualquer coisa além do Eu.

A Magia de Merlin reunindo-se em Sibiu, na Roménia foi... mágico. Havia 170 Shaumbras, de 27 países. Adamus falou sobre sua vida como Merlin, o Kammet de Avalon. Ele nos guiou através de numerosas experiências acompanhadas pela música maravilhosamente sincrônica e ao vivo do Yoham (Gerhard, Einat e Amir). Eu nunca vou entender como a sua música combina tão perfeitamente com a mensagem e cadência de Adamus, embora nós nunca tivéssemos ensaiado nada.

Está tudo no momento e eles raramente sabem o que está vindo em seguida. Mas as palavras de Adamus e a música de Yoham se fundem como se eles tivessem trabalhado juntos por várias vidas. (Duh!) É difícil descrever com palavras os sentimentos e a energia na sala de reunião nesses dois dias, mas eu decidi substituir a minha palavra usada em demasia: "incrível" com "mágica".

Foi verdadeiramente mágico, este encontro. Não tanto "mágico" no velho sentido da palavra, como fazer os coelhos desaparecerem e pratos levitarem; em vez disso foi mágica com significado, como a conexão com lugares internos e profundos dentro de si mesmos, deixando a imaginação voar e ver além do que os olhos humanos podem ver.

No final do último segmento, Adamus estava prestes a fazer a sua saída do palco com sua marca registrada, suas palavras de despedida: "Tudo está bem em toda a criação". Mas ele estava tão sobrecarregado com a compaixão para o grupo que ele se engasgou.

Bem, eu me engasguei porque eu podia sentir o que ele estava sentindo. Ele (eu) quase caiu no choro. Ele (eu) mal conseguiu dizer a frase de despedida: "Tudo está bem...", quando ele parou por um momento e disse, com o maior amor que eu já senti, "Droga, eu amo todos vocês!"

Eu não sei como eu consegui andar pelo corredor e ir para o meu quarto do hotel, com ondas e ondas de amor e compaixão que vinham através do Adamus. Eu podia sentir o quanto o Professor se preocupa com os Shaumbras. Eu acho que surpreendeu até a ele mesmo.

Agora eu estava sentado olhando pela janela do avião, há apenas dez minutos do pouso em Frankfurt, onde Linda e eu passaríamos a noite antes de continuar a nossa jornada para casa. A janela estava preenchida com a lua cheia brilhante contra o céu azul profundo da noite. Era uma vista fascinante. Tenho visto milhares de luas cheias em minha vida, mas nunca vi nada como esta. Eu estava atraído por ela de uma forma muito mística e mágica. Então, caiu a ficha.

Eu sou como esta lua cheia. Radiante e lavado em luz, radiando em brilho divino, edificado sobre um fundo do céu sem fim da noite. Naquele momento eu percebi que não havia nada mais que importasse. Não há passado e nem futuro. Não há anjos nem deuses. Diplomas, dinheiro e posses não me fazem ser o que sou. Eu Existo. ESSA é a magia. Sou o que Sou.

A magia é que Eu Existo, mesmo se as luzes de um bilhão de estrelas desaparecerem. Eu Existo. A lua estava flutuando no céu limpo da noite, cercada por nada além de seu próprio brilho, me chamando para ver que nada mais é necessário além da minha consciência..., do meu coração e alma.

Eu estava perdido no fundo desta maior realização mágica, quando de repente o avião sacudiu e estremeceu. O inferno começou quando as abas das asas subiram e os motores foram revertidos. Nós tínhamos aterrizado em Frankfurt: "Bem-vindo à sua vida, não há nenhum outro momento do que o Agora", eu achei que tinha ouvido, mas depois percebi que era a aeromoça, dizendo: "Bem-vindos a Frankfurt, a hora local é 19:15h." Eu respirei fundo e estava prestes a pensar: "Ah, de volta à realidade", quando eu percebi que o que eu tinha acabado de vivenciar ERA a realidade e que tudo o resto é apenas uma perspectiva mutável.

Linda e eu pegamos a nossa bagagem e dirigimo-nos para o serviço de transporte e para o hotel nas proximidades. Eu olhei para o céu novamente e vi a lua, ainda cheia e brilhante, mas não tão grande agora que ela estava subindo mais alto no céu. Lembrei-me de que esta não era apenas a noite da lua de sangue, mas também o eclipse lunar total. Ha! Tempos mágicos de fato.

Enquanto eu estava sentado no ônibus, olhando para a lua e maravilhado com a vida, senti a presença de 1500 Mestres Ascensionados sorrindo para mim através da face da lua. Na verdade, como eu poderia ter me esquecido do nosso
 encontro mensal com os Mestres! 

Autor: Geoffrey Hoppe 
Tradução: Léa Amaral – lea_mga200&@yahoo.com.br
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sábado, 4 de abril de 2015

Geoffrey Hoppe / Adamus Saint Germain - "Hipnose ou Escolha?"


Geoffrey Hoppe, canalizador de Adamus (Saint Germain) e Tobias

No recente workshop “Consciousness Unleashed” em Medellín, Colômbia, Adamus falou longamente sobre a hipnose. A mente humana está sujeita a muitos níveis diferentes de sugestão hipnótica, disse ele, que vão desde anúncios de TV, informações de Internet e energias, nossas famílias e outras pessoas. Ele também discutiu o deliberado, hipnotismo malicioso, usando o voo MH370 da Air Malásia como um exemplo de como isso pode ser usado para atingir grupos ou pessoas específicas. Se você se lembra, o voo MH370 desapareceu sobre o Oceano Índico há mais de um ano atrás. Nenhum vestígio foi encontrado. Autoridades e especialistas em aviação não têm informações sobre o que causou que esta grande aeronave Boeing 777 desaparecesse.

Durante o workshop, no domingo de 22 de março, Adamus disse que voltaria a acontecer em breve. Na terça-feira, março 24, o voo 9525 da GermanWings  caiu nos Alpes franceses. Quando ouvi a primeira notícia do acidente, muito antes que algo se soubesse sobre a causa, eu tive o mesmo abatimento, a sensação de náusea como eu tive quando eu ouvi sobre o MH370. Alguma coisa estava errada. Terrivelmente errada. Era muita coincidência que Adamus tivesse falado justamente sobre um outro estranho incidente com uma aeronave.


A notícia do acidente me assombrou. Eu senti uma tremenda tristeza por aqueles que morreram, e, especialmente, por suas famílias, e por todos na Alemanha e na Espanha. Como foi estranho, já que o tempo estava bom, e não parecia haver quaisquer problemas mecânicos porque a aeronave teve uma descida controlada. Além disso, não havia nenhum pedido de socorro da cabine do piloto. Passei 10 anos no ramo de aviação, e embora não seja eu mesmo um piloto, eu aprendi muito sobre voos. Algo estava muito errado.


Na quarta-feira de manhã eu falei com Adamus sobre o acidente. Ele disse que este foi um caso de "deliberada, hipnose remoto". "Cuidado com a notícia", disse ele. "Vai ser revelado que o acidente foi intencional. Eles vão dizer que o piloto era conhecido como um cara tranquilo, mas agradável. Em última análise, se tornará conhecido que ele tinha problemas mentais, e estava tomando medicamentos antidepressivos ".

No dia seguinte, uma notícia veio através de tela do meu computador. Foi determinado que o copiloto trancou o piloto para fora da cabine, e calmamente colocou a aeronave em uma descida que acabaria por causar a morte de todos a bordo.

Dia após dia, mais informações sobre o copiloto saiu. Na verdade, aqueles que o conheciam disseram que ele era um cara legal. "Eu não poderia imaginá-lo fazendo algo parecido com isso", disse um vizinho. No domingo de manhã, a notícia passou pela tela do meu computador: ". Antidepressivos encontrados no apartamento de copiloto" Meu coração ficou apertado, mas eu não fiquei surpreso.


Algo está terrivelmente errado. O que poderia causar que um jovem brilhante, sem histórico de violência ou fanatismo, tirasse sua própria vida e as vidas de 150 passageiros? Há quatro fatores principais:


1. Nós vivemos em uma sociedade mental, governada pela Mente, em vez de agraciada pelo nosso Espírito. Até as nossas religiões são mentais, cheias de regras e leis e história antiga. O verdadeiro sentimento sensual foi reduzido a cinzas em quase todos os aspectos da religião.


2. A Mente está sobrecarregada, e a sociedade trata o problema com medicamentos para a ansiedade e depressão. Mesmo os psicólogos e terapeutas usam abordagens muito mentais em seu tratamento. Estamos tratando a Mente a partir do interior da Mente.


3. A Mente é altamente suscetível a sugestão hipnótica. Parte dela é muito ampla, como a pesca com dinamite, e algumas são muito orientadas, deliberadamente destinadas a indivíduos ou grupos específicos.


4. A sedução do poder e do desejo de poder, faz a hipnose particularmente eficaz.


Eu não estou falando de palco ou hipnose terapêutica. Muitos implantes sugestivos vem na forma de comentários daqueles que estão perto. "Você nunca vai ser nada na vida", diz um pai para um filho. Este implante hipnótico pode ficar com a criança pela vida afora, levando-os a falhar ou ir para o outro extremo da conquista obsessiva (numerosas situações, por exemplo). Outros implantes vêm de grandes fontes de informação e entretenimento, tais como anúncios de TV, a Internet, jornais, etc. E a própria consciência de massa tem um poderoso efeito hipnótico. Estamos submetidos a muitas milhares de mensagens todos os dias, e há pouco discernimento sobre o que nós aceitamos para nós mesmos.


De acordo com Adamus, existem grupos que usam formas deliberadas de hipnose para causar estragos na sociedade. Ele chama isso de "hipnose remoto". Hipnotizadores treinados (Adamus os chama de projecionistas) enviam sugestões para as ondas aéreas, e essas sugestões podem ser direcionadas para um grupo de personalidade específica, tais como pilotos. Eles não precisam conhecer o piloto em particular, ou até mesmo ter contato direto com ele ou ela. Eles simplesmente enviar uma frequência sob medida, carregada com sugestões, e esperam que um piloto a pegue. Eles, então, acompanham e monitoram as respostas e os resultados, a fim de aperfeiçoar seu trabalho. É como Adamus me disse: "Quem precisa de bombas quando eles podem usar a hipnose para minar a estrutura da sociedade?"


Eu me senti em alguns destes grupos e passei muito mal. Adamus então me alertou para não me conectar com essas energias, porque não importa o quão equilibrado eu ache que eu estou, eles podem entrar em minha cabeça e causar uma série de caos. Eu não quero entrar em detalhes de como esses grupos podem influenciar um jovem piloto a deliberadamente a derrubar um jato comercial, mas Adamus me mostrou um caminho muito claro de como isso é feito. Eu não quero que você sinta essa doentia energia poderosa e gananciosa, nem quero que você jogue com essas energias. Vamos apenas dizer que ela é muito real e eficaz.


De volta ao workshop na Colômbia antes do acidente: Adamus falou longamente sobre a hipnose. A medida que ele passava a lista de todas as maneiras que recebemos implantes hipnóticos, ele realmente hipnotizou o público para mostrar seu ponto de vista. (É claro, deu-lhes uma sugestão benéfica em relação à soberania, e logo em seguida os des-hipnotizou.) Eu podia sentir a ansiedade na sala durante a discussão sobre a hipnose. Mesmo eu me senti sobrecarregado ao saber como é fácil pegar sugestões hipnóticas.


Mas a cura é incrivelmente simples. E mesmo que tenha sido exaustivamente discutida por Tobias e Adamus durante anos, muitos Shaumbra realmente não a ouviram:


A única coisa que é sua é o que você escolhe. Deixe ir todo o resto.


Adamus disse que quase 95% dos pensamentos em nossas mentes não são realmente nossos. Eles vêm de outro lugar - outras pessoas, vidas passadas, aspectos, consciência de massa, etc., mas poucas pessoas estão discernindo o suficiente para escolher os seus próprios pensamentos e deixar todo o resto. Na verdade, eles tentam gerenciar esses pensamentos, e, pior ainda, batalham com eles. Eles pensam que estão fazendo seus pensamentos "melhores", trabalhando com eles, mas na realidade os pensamentos não são mesmo deles.


Dito de outra forma: Você pode se des-hipnotizar ao escolher conscientemente o que manter como o seu, e liberar todo o resto. Você não é o seu passado (pelo menos não como você se lembra dele). Você não é parte da consciência coletiva, a menos que você escolha conscientemente ser. Você não tem que carregar o fardo da humanidade em seus ombros. Esse é um dos maiores implantes hipnóticos, e que muitas pessoas espirituais e da Nova Era aceitam sem questionar.


Comece a viver cada dia com a consciência do que é seu, e do que não é. Se os pensamentos de falta, de doença, de baixa autoestima, confusão e depressão entrarem, pergunte-se: "Será que eu escolho estes?" Se não, deixe-os ir. Eles NÂO são seus.


Nas palavras de Adamus, "O Mestre escolhe quem eles são, libera todo o resto. O Mestre não carrega nada mais do que o seu EU SOU". Esta é a definição de liberdade e soberania. Não requer nenhum esforço ou energia. Só requer uma escolha consciente.


Autor: Geoffrey Hoppe 
Tradução: Silvia Tognato Magini - silvia.tm@uol.com.br

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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Adamus Saint Germain / Geoffrey Hoppe - "CLÍNICA DA ABUNDÂNCIA"


Parte 1



Parte 2



Gravado em Louisville, Colorado (EUA) no Centro de Conexão do Círculo Carmesim - 09 de agosto de 2014

Apresentando Adamus Saint-Germain, canalizado através de Geoffrey Hoppe e auxiliado por Linda Hoppe

Tradução: Silvia Tognato Magini
Edição e formatação do vídeo: Jana de Paula 

NOTA IMPORTANTE: Esta informação não é para você a menos que você assuma total responsabilidade por sua vida e criações.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Geoffrey Hoppe - "O MELHOR TRABALHO NO MUNDO"



Geoffrey Hoppe, canalizador de Adamus (Saint Germain) e Tobias
                        

Qual é a sua profissão? Eu sei que muitos Shaumbra são médicos e psicólogos, curadores e programadores de software. Alguns trabalham em um emprego governamental ou ensinam em uma universidade, enquanto outros são designers gráficos ou gerentes de contabilidade. Muito poucos Shaumbra são aposentados, e um número surpreendente de Shaumbra tem seu próprio negócio.

Eu tenho um dos melhores trabalhos do mundo. Eu trabalho com uma equipe dedicada de profissionais da Nova Energia do Círculo Carmesim aqui no Colorado, EUA. O Círculo Carmesim não tem um escritório; a equipe trabalha em suas casas. Depois de muitas décadas dirigindo de lá para cá para trabalhar e colocar-se com a dinâmica de escritórios corporativos, é uma bênção trabalhar com esta equipe e da minha casa. Eu vou viajar pelo mundo com Linda, encontrar Shaumbra incríveis e ver lugares que eu nunca imaginei. Eu trabalho longas horas, mas é sempre uma alegria, porque eu estou na minha verdadeira paixão. Além disso, meu chefe é um anjo.

Se você é um trabalhador da construção civil ou um arquiteto, um engenheiro ou físico, este não é o seu trabalho real. É uma maneira de ganhar a vida, pagar suas contas e, talvez, expressar seus talentos. Seu trabalho real é um Pioneiro da Consciência. É o melhor emprego do mundo.

Um Pioneiro da Consciência é aquele que explora novos reinos de consciência e percepção. Não são muitos os seres humanos que têm este título; a maioria se contenta em seguir seus antigos caminhos cármicos e destino. Eles estremecem com o próprio pensamento de explorar novos níveis de consciência, se eles nem mesmo sabem o que é consciência. Na verdade a maioria das pessoas não tem consciência sobre a consciência. Uma rápida pesquisa no Google mostra que há 26 milhões de resultados de uma pesquisa sobre a palavra consciência, em comparação com 191 milhões de resultados para a religião, 235 milhões de resultados para o futebol, 686 milhões de resultados para a moda, 714 milhões de resultados para o dinheiro e 761 milhões de resultados para o sexo .

Um Pioneiro da Consciência mergulha em novos sentimentos, pensamentos e emoções. Em algum momento eles vão além do pensamento e emoção, profundamente na consciência sensual. Eles rompem as limitações da Consciência de Massa, indo para o inexplicável e incompreensível. Eles imaginam o inimaginável e criam novos níveis de consciência.

Os Pioneiros da Consciência fazer isso do seu interior e para si. Eles muitas vezes pensam que estão fazendo isso para alguma resolução interna para os seus problemas e questões, mas, na realidade, eles estão fazendo isso por causa de um forte desejo de mais, de ir além, de experimentar algo além do velho e mundano.

Embora um Pioneiro da Consciência não faça o seu trabalho, a fim de salvar o mundo ou para serem trabalhadores espirituais sociais, o seu trabalho tem um profundo impacto em tudo. Eles cutucam buracos no teto da Consciência de Massa para que os outros possam até mesmo se libertar de suas barreiras. Ao explorar o Desconhecido e o ainda Não criado que eles estabeleceram o padrão para os outros que um dia poderão escolher a sua libertação.

Não é qualquer um que pode ser um Pioneiro da Consciência. Isso exige vidas e vidas de olhar interior, descascando camada sobre camada de velhas crenças e feridas, aceitando a responsabilidade por suas criações, não seguindo gurus ou usando antigos livros sagrados como uma muleta, e nunca se levando muito a sério. Um senso de humor é uma das principais exigências do cargo. Um sentimento de compaixão também é muito elevado na lista. Compaixão, como definida por Tobias, é "aceitar todas as coisas como elas são." Adamus diria isso como "Tudo está bem em toda a Criação." Um dos requisitos mais desafiadores é discernimento, especialmente o entendimento de que "Não é sobre Mim”. A maioria dos Pioneiros da Consciência checam essa caixa quando se aplica para o trabalho, mas realmente não tem ideia do que isso significa, até que estejam bem em sua carreira de consciência.

Apesar de que ser um PC é o melhor trabalho do mundo, isso tem os seus inconvenientes. Às vezes é um trabalho solitário. Há Shouds mensais e ocasionais workshops ao vivo, mas para a maior parte, você está só, por sua conta. É um trabalho "solitário", ou talvez um trabalho de "alma". Você terá a forte tendência de tomar quase tudo como seu, o que significa que você sentirá tudo ao seu redor, mas assumirá que isso deve estar vindo de dentro de você. Mais cedo ou mais tarde, você vai aprender que os únicos pensamentos ou sentimentos que são seus são aqueles que você está escolhendo conscientemente, mas até mesmo os Mestres Ascensos tiveram dificuldade com isso.

Aqueles que são vampiros de energia não se aplicam. Se você permanecer na energia de vítima você nunca vai sair dos velhos padrões, da alimentação de energia ou dos níveis mais baixos de consciência de massa.

Atenção: Às vezes, haverá uma tendência irresistível de pensar que você está ficando louco. De certa forma você esta, porque você está aprendendo a ir além das normas da mente, da realidade linear e complacência. Como um PC a sua mente vai tentar relacionar as novas experiências com as coisas do passado, mas elas simplesmente não se aplicam. Após ataques maciços de loucura e, talvez, até mesmo depressão você vai finalmente aprender a dizer a sua velha mente, "Cale-se!" E ela eventualmente se calará, especialmente se você ativar o seu senso de humor.

O salário não importa realmente para um PC. A pesquisa mostrou que os PCs vão na verdade PAGAR para ser um, em vez de receber um salário, porque as verdadeiras recompensas estão em um nível que simplesmente não podem ser medidas em dinheiro. (Atualização: PCs estão agora descobrindo que eles são dignos de receber mais pagamento de seu modo de “ganhar a vida” Vai entender.)

A fronteira final para o PC é a liberdade. É a realização do EU Sou. É estar livre de ilusões, de depender de outros, dos carmas, das distrações, limitações e do passado. Uma vez que esta liberdade for realizada e encarnados, o Pioneiro da Consciência adiciona uma nova linha para o seu cartão de visita: LIVRE PARA SER EU MESMO.

Nota de rodapé: Enquanto escrevia este artigo eu fiz uma rápida pesquisa na Internet na URL (nome de domínio) “consciousnesspioneers.com”. Para a minha surpresa e deleite estava disponível. Eu acho que ela estava apenas esperando por nós, ou talvez ninguém mais teve a consciência de possuí-la até agora. Michelle MacHale registrou o domínio junto com as iterações .org,.net e .us e começou por apontá-los para o site do Círculo Carmesim. Se você tiver alguma sugestão de como podemos usar consciousnesspioneers.com por favor poste na página do grupo do Crimson Circle no Facebook.

Autor: Geoffrey Hoppe 
Tradução: Silvia Tognato Magini - silvia.tm@uol.com.br