
Falar
de paz e de amor é desafiador nos dias de hoje, porque são palavras que têm os
seus significados distorcidos. Muitos têm até mesmo vergonha de se aproximar de
qualquer movimento que esteja de alguma forma lidando com paz e amor. Ao longo
da nossa história essas palavras acabaram tendo o seu significado distorcido,
associado a religião, associado a uma série de crenças que nos impedem de
compreender o significado mais profundo destas palavras. Ao mesmo tempo nunca
foi tão urgente e necessário abrirmos caminhos para a paz e para o amor neste
mundo.
Paz e Amor são fragrâncias do Ser Maior que nos habita. Em algum momento nessa nossa trajetória evolutiva acabamos nos distanciando deste Eu Maior que nos habita e acabamos nos esquecendo de como criar paz, como dar passagem para o amor através de nós. E a consequência deste esquecimento é o caos que vemos hoje no nosso mundo em todos os setores, todos os segmentos. A violência urbana é somente um pequeno aspecto, é um reflexo da falta de paz interior; é um reflexo da nossa incapacidade de manifestarmos consciência amorosa.
A evolução continua, mas nós não combinamos que deveria ser assim, não criamos um planejamento, um projeto para a humanidade. As coisas foram acontecendo e chegamos neste estágio da evolução aonde tomamos o real como falso, como irreal e tomamos o falso como real. Esse é um momento em que estamos tendo uma rara oportunidade de reescrever a história. O que é que você quer para a vida em sociedade? O que você quer para você? Você está satisfeito com a forma como a vida tem se desenvolvido? Você está satisfeito com essa busca tão frenética por poder e por lucro? Essa focalização tão intensa em dominar a matéria de forma que o espirito que te habita é completamente esquecido?
Recebemos uma educação focada na guerra. A criança é ensinada desde cedo a ganhar dinheiro, mas não a ser feliz. Não há nada de errado em ensinar a criança a ganhar dinheiro, mas há um equívoco quando ensinamos que a criança que a felicidade está em ganhar dinheiro. O dinheiro é uma energia que pode construir, mas que pode destruir também. A criança precisa aprender a lidar com essa energia, mas nós não estamos ensinando essa criança a lidar com essa energia, estamos ensinando essa criança a acumular essa energia fazendo acreditar que se ela tiver essa energia ela vai ser feliz. Isso não é verdade. Sabemos que a felicidade não está relacionada com o que você tem ou deixa de ter. Isso faz com que tenhamos um sistema político completamente corrupto, faz com que tenhamos um sistema de saúde focado na doença e não na saúde, faz com que tenhamos um sistema global de comunicação focado na destruição.
Então eu fico feliz que tenha um grupo de almas compreendendo a necessidade de a gente rever tudo isso. Esse grupo de almas está crescendo e é isso que possibilita que tenhamos essa oportunidade; oportunidade de rever o que é que a gente quer.
Eu tenho observado que, independentemente do país em que as pessoas estejam vivendo, independentemente do que ela tem ou do que ela não tem, independentemente de religiosidade, todos estão procurando a mesma coisa: todos querem ter paz e alegria. Ter paz! E como é que a gente pode experienciar essa paz e essa alegria? Como que a gente pode construir as bases de um mundo sem guerra? Porque se o que queremos é sentir alegria, é ter paz, é ter confiança de que nossas necessidades sejam atendidas, que a nossa vontade de ter relações amorosas onde existe respeito, porque nós estamos criando isso? Se a gente perdeu o rumo, nós temos que reencontrá-lo.
Minha proposta para hoje é que possamos refletir sobre esse assunto. Que possamos refletir em como criar uma cultura de paz e prosperidade. Então eu vou lançar algumas ideias para que a partir daí possamos refletir e, quem sabe, fazer uma troca.
Eu sinto que se faz necessário ter inteligência para criar paz e prosperidade. Inteligência é a manifestação do divino. Podemos dizer que o divino é inteligência; inteligência criadora. Inteligência se manifesta de muitas maneiras. Quando em algum momento nós sentimos que perdemos o rumo, colocamos o foco na inteligência cognitiva, que é o que possibilita a gente a se aprofundar no conhecimento da matéria. Em algum momento a gente acreditou que precisávamos ter domínio sobre a matéria e que só assim a felicidade e a paz viriam. Então nos aprofundamos no domínio da matéria. Vejam o que conseguimos ao longo desses últimos séculos: A célula foi identificada no século XVIII; hoje nós somos capazes de fazer o mapeamento genético. Olha o que aconteceu nos últimos vinte anos depois que o homem descobriu o micro transistor; olha o desenvolvimento da tecnologia! Isso porque toda a inteligência foi direcionada para a matéria. Especializamo-nos na matemática; especializamo-nos na física. O que é fabuloso; fabuloso, mas é apenas um aspecto da realidade.
Para que possamos encontrar paz temos que desenvolver também inteligência emocional e inteligência espiritual. Inteligência emocional implica em sabermos lidar com os sentimentos; implica em sabermos lidar com emoções; implica em sabermos criar união; implica em saber fazer acordos. Isso é possível se temos inteligência emocional suficiente para nos colocarmos no lugar do outro; vestir o sapato do outro para saber onde o calo aperta. Sentir a dor do outro. A inteligência emocional só se desenvolve através do autoconhecimento. Não existe outra maneira de se desenvolver a inteligência emocional. Para isso se faz necessário ter certa coragem. Coragem de se ver diante do espelho; coragem de admitir suas imperfeições, suas limitações, para, a partir daí, poder dar passagem para os seus potenciais.
Só uma pessoa que é suficientemente humilde para admitir suas limitações é que pode manifestar sua grandeza sem ser assaltado pela arrogância, sem ser assaltado pela soberba que vai gerar intriga de novo. Se a pessoa simplesmente manifesta suas qualidades sem ter purificado os aspectos sombrios da personalidade, esses aspectos entram pela porta dos fundos e não permitem que ela crie uma relação saudável. Isso não é inteligente. Não é inteligente! Eu tenho visto pessoas que desenvolveram uma inteligência cognitiva tremenda, mas que emocionalmente age como um nabo, uma cenoura. Às vezes um vegetal é mais inteligente porque pelo menos não cutuca a onça com vara curta.
Paz e Amor são fragrâncias do Ser Maior que nos habita. Em algum momento nessa nossa trajetória evolutiva acabamos nos distanciando deste Eu Maior que nos habita e acabamos nos esquecendo de como criar paz, como dar passagem para o amor através de nós. E a consequência deste esquecimento é o caos que vemos hoje no nosso mundo em todos os setores, todos os segmentos. A violência urbana é somente um pequeno aspecto, é um reflexo da falta de paz interior; é um reflexo da nossa incapacidade de manifestarmos consciência amorosa.
A evolução continua, mas nós não combinamos que deveria ser assim, não criamos um planejamento, um projeto para a humanidade. As coisas foram acontecendo e chegamos neste estágio da evolução aonde tomamos o real como falso, como irreal e tomamos o falso como real. Esse é um momento em que estamos tendo uma rara oportunidade de reescrever a história. O que é que você quer para a vida em sociedade? O que você quer para você? Você está satisfeito com a forma como a vida tem se desenvolvido? Você está satisfeito com essa busca tão frenética por poder e por lucro? Essa focalização tão intensa em dominar a matéria de forma que o espirito que te habita é completamente esquecido?
Recebemos uma educação focada na guerra. A criança é ensinada desde cedo a ganhar dinheiro, mas não a ser feliz. Não há nada de errado em ensinar a criança a ganhar dinheiro, mas há um equívoco quando ensinamos que a criança que a felicidade está em ganhar dinheiro. O dinheiro é uma energia que pode construir, mas que pode destruir também. A criança precisa aprender a lidar com essa energia, mas nós não estamos ensinando essa criança a lidar com essa energia, estamos ensinando essa criança a acumular essa energia fazendo acreditar que se ela tiver essa energia ela vai ser feliz. Isso não é verdade. Sabemos que a felicidade não está relacionada com o que você tem ou deixa de ter. Isso faz com que tenhamos um sistema político completamente corrupto, faz com que tenhamos um sistema de saúde focado na doença e não na saúde, faz com que tenhamos um sistema global de comunicação focado na destruição.
Então eu fico feliz que tenha um grupo de almas compreendendo a necessidade de a gente rever tudo isso. Esse grupo de almas está crescendo e é isso que possibilita que tenhamos essa oportunidade; oportunidade de rever o que é que a gente quer.
Eu tenho observado que, independentemente do país em que as pessoas estejam vivendo, independentemente do que ela tem ou do que ela não tem, independentemente de religiosidade, todos estão procurando a mesma coisa: todos querem ter paz e alegria. Ter paz! E como é que a gente pode experienciar essa paz e essa alegria? Como que a gente pode construir as bases de um mundo sem guerra? Porque se o que queremos é sentir alegria, é ter paz, é ter confiança de que nossas necessidades sejam atendidas, que a nossa vontade de ter relações amorosas onde existe respeito, porque nós estamos criando isso? Se a gente perdeu o rumo, nós temos que reencontrá-lo.
Minha proposta para hoje é que possamos refletir sobre esse assunto. Que possamos refletir em como criar uma cultura de paz e prosperidade. Então eu vou lançar algumas ideias para que a partir daí possamos refletir e, quem sabe, fazer uma troca.
Eu sinto que se faz necessário ter inteligência para criar paz e prosperidade. Inteligência é a manifestação do divino. Podemos dizer que o divino é inteligência; inteligência criadora. Inteligência se manifesta de muitas maneiras. Quando em algum momento nós sentimos que perdemos o rumo, colocamos o foco na inteligência cognitiva, que é o que possibilita a gente a se aprofundar no conhecimento da matéria. Em algum momento a gente acreditou que precisávamos ter domínio sobre a matéria e que só assim a felicidade e a paz viriam. Então nos aprofundamos no domínio da matéria. Vejam o que conseguimos ao longo desses últimos séculos: A célula foi identificada no século XVIII; hoje nós somos capazes de fazer o mapeamento genético. Olha o que aconteceu nos últimos vinte anos depois que o homem descobriu o micro transistor; olha o desenvolvimento da tecnologia! Isso porque toda a inteligência foi direcionada para a matéria. Especializamo-nos na matemática; especializamo-nos na física. O que é fabuloso; fabuloso, mas é apenas um aspecto da realidade.
Para que possamos encontrar paz temos que desenvolver também inteligência emocional e inteligência espiritual. Inteligência emocional implica em sabermos lidar com os sentimentos; implica em sabermos lidar com emoções; implica em sabermos criar união; implica em saber fazer acordos. Isso é possível se temos inteligência emocional suficiente para nos colocarmos no lugar do outro; vestir o sapato do outro para saber onde o calo aperta. Sentir a dor do outro. A inteligência emocional só se desenvolve através do autoconhecimento. Não existe outra maneira de se desenvolver a inteligência emocional. Para isso se faz necessário ter certa coragem. Coragem de se ver diante do espelho; coragem de admitir suas imperfeições, suas limitações, para, a partir daí, poder dar passagem para os seus potenciais.
Só uma pessoa que é suficientemente humilde para admitir suas limitações é que pode manifestar sua grandeza sem ser assaltado pela arrogância, sem ser assaltado pela soberba que vai gerar intriga de novo. Se a pessoa simplesmente manifesta suas qualidades sem ter purificado os aspectos sombrios da personalidade, esses aspectos entram pela porta dos fundos e não permitem que ela crie uma relação saudável. Isso não é inteligente. Não é inteligente! Eu tenho visto pessoas que desenvolveram uma inteligência cognitiva tremenda, mas que emocionalmente age como um nabo, uma cenoura. Às vezes um vegetal é mais inteligente porque pelo menos não cutuca a onça com vara curta.

